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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Quinta da Fábrica (II)- Leiria
Estas fotos pretendem ser um complemento do post sobre a "Quinta da Fábrica" entrado, nesta data, no "dispersamente".A investigação sobre a história desta quinta continua. Agradecem-se informações. Para constar.
domingo, 28 de outubro de 2007
Por uma vida digna
No dia 8 de Maio de 2003, de manhã, num banco do Jardim Luís de Camões, em Leiria. Hoje, já o jardim foi requalificado - modificado para linhas ditas mais modernas - mas esta imagem ficou a marcar-me, o seu significado a martelar a minha consciência, a mortificar a minha vida. Claro que dada a minha idade, seis dezenas de anos, já passei por muitas situações como esta, infelizmente. Mas esta, captei-a na minha máquina fotográfica, e por cá foi ficando escondida no emaranhado de ficheiros desorganizados do meu computador.
Agora, que surgiu esta oportunidade de integrar um grupo de ataque à Miséria, em jeito de S.O.S., lembrei-me de a publicar. Claro que não fui acordar o ocupante deste banco de jardim, tão concentrado no seu sono que ele parecia. Sono de cansaço? De cansaço e de fome? De solidão, de cansaço e de fome?
Que o site SOS Miséria possa dar alguma utilidade a esta imagem e ao seu significado infinitamente insondável da Miséria humana!...
António Nunes - Out 2007
http://dispersamente.blogspot.com
Agora, que surgiu esta oportunidade de integrar um grupo de ataque à Miséria, em jeito de S.O.S., lembrei-me de a publicar. Claro que não fui acordar o ocupante deste banco de jardim, tão concentrado no seu sono que ele parecia. Sono de cansaço? De cansaço e de fome? De solidão, de cansaço e de fome?
Que o site SOS Miséria possa dar alguma utilidade a esta imagem e ao seu significado infinitamente insondável da Miséria humana!...
António Nunes - Out 2007
http://dispersamente.blogspot.com
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sexta-feira, 29 de junho de 2007
Santo António do Carrascal
No endereço (aqui) publiquei um artigo/ensaio sob o título "Santo António - de Lisboa e de Leiria". Entretanto, recebi um e-mail, a seguir reproduzido (sob autorização do remetente)
"Comprei esta tábua pintada na Nazaré, nos anos 70, numa loja de artesanato de classe e lá me informaram que as várias pinturas do género eram feitas por um senhor reformado. Portanto isto não é um ex-voto, nem nenhuma antiguidade. Comprei por curiosidade. O resto das pinturas era castelos da nossa zona e o milagre da Nazaré.
Depois me informaram que, na viagem de Lisboa para Coimbra, o santo já cansado de levar o menino ao colo o fizera andar pelo seu pé. A legenda desta tábua é curiosa, porque não sabemos se o santo está cansado de Leiria, se quando passou por Leiria já estava cansado de levar o menino ao colo!!!".
Depois me informaram que, na viagem de Lisboa para Coimbra, o santo já cansado de levar o menino ao colo o fizera andar pelo seu pé. A legenda desta tábua é curiosa, porque não sabemos se o santo está cansado de Leiria, se quando passou por Leiria já estava cansado de levar o menino ao colo!!!".
O amigo Augusto Mota recomendou-me que falasse com o Dr. Moreira de Figueiredo, que seria a pessoa mais indicada para me dar pormenores mais precisos sobre esta lenda. Até à data ainda não tive essa possibilidade, até por imposições da gestão do meu tempo disponível.
Espero poder fazê-lo o mais brevemente possível. Para não deixar escapar este ensejo de divulgar/partilhar esta informação aqui fica a nota pública.
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sexta-feira, 9 de março de 2007
Desertificação em Leiria?


Ambientalistas discutem desertificação em Leiria
O conceito de desertificação e as estratégias de combate a um problema mundial foram dois dos temas abordados ontem, em Leiria, por especialistas no âmbito das XIII Jornadas sobre Ambiente e Desenvolvimento, organizadas pela associação ambientalista Oikos.
A sessão de abertura contou com a presença da presidente da câmara de Leiria, Isabel Damasceno, que, apesar de salientar que o concelho de Leiria está fora do mapa da desertificação, mostrou-se preocupada com a restante região, que tem vindo a registar uma aproximação das populações ao litoral, provocando um "desequilíbrio" na balança demográfica. Nesse sentido, considerou importante a realização de umas jornadas subordinadas à problemática que, apesar de não estarem directamente relacionadas com o concelho de Leiria, são um contributo para que, avançou, possam nascer ideias e sugestões a implementar ao longo dos anos, com vista ao combate à desertificação.Na sua intervenção, a autarca destacou ainda o trabalho da Oikos em Leiria, não só pela sua "intervenção cívica" como pelo seu "espírito de alerta e crítica construtiva", considerando as jornadas uma "tradição saudável", que apresenta "temáticas originais e criativas", importantes para a região.A opinião da autarca sobre a importância do debate sobre a desertificação foi partilhada pelo governador civil de Leiria, José Miguel Medeiros, que alertou ainda para o facto de este ser um problema de todos, sendo um "erro pensar que só atinge os outros". Trata-se de "um problema de sobrevivência", em grande parte, "por culpa da forma como se relacionou o ambiente e o espaço em que se vive", referiu José Miguel Medeiros, lembrando os antepassados na região, que pela "sensibilidade que tinham para esta problemática" construíram o Pinhal de Leiria.
Para hoje, último dia das Jornadas, estão previstos debates em torno da 'Dimensão humana da desertificação', no âmbito dos quais serão abordados temas como 'A percepção do público sobre o processo de desertificação', 'Marginalização e abandono do espaço rural - Que contribuição para a desertificação', e 'Desertificação nas áreas protegidas', esta última intervenção terá como orador José Alho, director do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. Depois do almoço, os trabalhos serão retomados com o painel 'Desertificação e modelos de desenvolvimento', fazendo parte da temática 'A desertificação na estratégia nacional de desenvolvimento sustentável', 'Os desafios do desenvolvimento no mundo rural', 'Contributo das associações locais no combate à desertificação', e 'A contribuição da abordagem LEADER no combate à desertificação'.
No final do debate serão lidas as conclusões das jornadas.
H. Amaro
H. Amaro
(In “Diário de Leiria” , 9 de Março de 2007)
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terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Onde estão as nossas árvores e arbustos?

As árvores do Jardim Luís de Camões não formam uma amostra representativa da flora portuguesa. Na sua origem, a escolha das espécies privilegiou as ornamentais, actualmente produzidas em grande quantidade em viveiros nacionais e estrangeiros, mas que na época (princípios do séc. passado) eram, muitas vezes, importadas expressamente.
Aliás, na maior parte dos Jardins e Parques das cidades do nosso país, acontece precisamente o mesmo.
Não teria sido uma boa oportunidade para remediar esta deficiência, aproveitar-se a requalificação em curso na zona do Rossio e plantar algumas das nossas espécies como o azevinho, o medronheiro, o azereiro e o carvalho?
Poder-se-ia argumentar que o azevinho, por exemplo, não se dá bem neste clima.Pois então, veja-se a foto acima, tirada precisamente no final do ano de 2006. Este espécime está plantado em frente a um restaurante, na estrada Monte Redondo-Guia e goza de boa saúde.Também se pode ver azevinho em alguns jardins particulares.
Sem dúvida que demoram muito tempo a crescer e que se pode invocar que o vandalismo é tanto que não resistiriam aos desmandos que por aí se notam!
Pois, mas temos que pensar nas gerações que hão-de vir. E se necessário for reforçam-se as forças de segurança das zonas verdes!
- NOTA IMPORTANTE:
Plantemos árvores. De preferência árvores relacionadas com a área geográfica respectiva.
Vamos colaborar com a campanha da ONU para 2007.
1.000.000 árvores a plantar em 2007. Vamos todos colaborar!
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