segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
DISPERSAMENTE...: Leiria: QUINTA DE S. JOSÉ
DISPERSAMENTE...: Leiria: QUINTA DE S. JOSÉ: "Leiria: QUINTA DE S. JOSÉ: 'Belíssima. Habitada. Projecto Korrodi ?... Alguém me disse que pertenceu a uma tal Senhora Dona Generosa Vidal...."
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
CHÃS - A Capela propriamente dita e um prédio tipo garagem..
| ocultar detalhes 22 Jul (há 6 dias) | |||||||||||||||||||||
Autor: Moisés Espirito Santo
A polémica em torno da velha igreja de Chãs (Regueira de Pontes, Leiria) é uma amostra
da decadência lusa. A lógica é esta: constrói-se um mamarracho, depois deitam-se
abaixo as antigas construções circundantes para lhe dar largueza. Abrem-se estradas e
constrói-se em terrenos agrícolas, depois diz-se que a agricultura é inviável. Destroem-se
as casas para alargar as ruas em função dos automóveis. Destelham-se as antigas mansões senhoriais, fazendo entrar o vento e a chuva, para se justificar a sua demolição. Obstruem-se as fontes
públicas para obrigar os naturais a comprar a água da rede. Projecta-se destruir centenas
de aldeias para fazer passar um TGV Lisboa-Porto (para ganhar só 30 minutos
relativamente à actual linha). Conclusão: percorrendo o País, um estrangeiro dirá que as
aldeias vistas da estrada não têm mais do que 40 anos, quando já existem há mais de
5 mil anos. Tudo arrasado. Em Espanha ou França há conjuntos de casas aldeãs que estão
intactas desde há 600 ou mais anos (o problema é que os portugueses turistas não
analisam, só lá vão pelo lazer). Destrói-se tudo o que lembre o «tempo da miséria»
(como diz o povoléu referindo-se aos pais e avós) - visão de gente alienada, desmiolada,
é o que isso significa.
da decadência lusa. A lógica é esta: constrói-se um mamarracho, depois deitam-se
abaixo as antigas construções circundantes para lhe dar largueza. Abrem-se estradas e
constrói-se em terrenos agrícolas, depois diz-se que a agricultura é inviável. Destroem-se
as casas para alargar as ruas em função dos automóveis. Destelham-se as antigas mansões senhoriais, fazendo entrar o vento e a chuva, para se justificar a sua demolição. Obstruem-se as fontes
públicas para obrigar os naturais a comprar a água da rede. Projecta-se destruir centenas
de aldeias para fazer passar um TGV Lisboa-Porto (para ganhar só 30 minutos
relativamente à actual linha). Conclusão: percorrendo o País, um estrangeiro dirá que as
aldeias vistas da estrada não têm mais do que 40 anos, quando já existem há mais de
5 mil anos. Tudo arrasado. Em Espanha ou França há conjuntos de casas aldeãs que estão
intactas desde há 600 ou mais anos (o problema é que os portugueses turistas não
analisam, só lá vão pelo lazer). Destrói-se tudo o que lembre o «tempo da miséria»
(como diz o povoléu referindo-se aos pais e avós) - visão de gente alienada, desmiolada,
é o que isso significa.
Assim é a capela de Chãs. O pároco construiu com dinheiros do povo um «aborto de igreja»
(em forma de garagem ou de armazém, o que interessa é fazer diferente do «antigamente»)
mas por detrás da antiga. Como a nova ficou encoberta pela velha, propõe agora destruir
a velha para a nova se ver, ganhar largueza e um adro afim de (penso eu, já conheço os
costumes), uma vez por ano, aí organizarem um sarau com uma «banda rock», coristas,
Zé-Café e Guida, Quim Barreiros ou congéneres. É assim que os párocos alinham com
a modernidade. Excitam a vaidade colectiva da aldeia, põem os vizinhos a competir em
ofertas, e aí temos uma «igreja digna». Para a Igreja católica as ideias de reforma,
modernização ou actualização do catolicismo traduzem-se unicamente na construção
de templos vistosos, caríssimos à custa da vaidade das colectividades que, aliás, os
desertificam. A construção de novas igrejas é proporcional à diminuição dos sacramentos.
E a Junta de Freguesia e o vereador da Cultura da Câmara de Leiria juntaram-se ao pároco
para demolir a velha igreja. Santa aliança para a destruição!
(em forma de garagem ou de armazém, o que interessa é fazer diferente do «antigamente»)
mas por detrás da antiga. Como a nova ficou encoberta pela velha, propõe agora destruir
a velha para a nova se ver, ganhar largueza e um adro afim de (penso eu, já conheço os
costumes), uma vez por ano, aí organizarem um sarau com uma «banda rock», coristas,
Zé-Café e Guida, Quim Barreiros ou congéneres. É assim que os párocos alinham com
a modernidade. Excitam a vaidade colectiva da aldeia, põem os vizinhos a competir em
ofertas, e aí temos uma «igreja digna». Para a Igreja católica as ideias de reforma,
modernização ou actualização do catolicismo traduzem-se unicamente na construção
de templos vistosos, caríssimos à custa da vaidade das colectividades que, aliás, os
desertificam. A construção de novas igrejas é proporcional à diminuição dos sacramentos.
E a Junta de Freguesia e o vereador da Cultura da Câmara de Leiria juntaram-se ao pároco
para demolir a velha igreja. Santa aliança para a destruição!
Não haverá em mais parte nenhuma do mundo um lugar onde os autarcas militam ao lado
dos clerigos para demolir uma velha igreja. Vemos no Público de16/7 que a Ordem dos
Arquitectos defende a igreja antiga, «estimável obra de arquitectura, testemunho da
religiosidade do passado» mas, diz o jornalista, «este parecer contraria a vontade da
população que aprovou por unanimidade a demolição da igreja». O pároco defende que
a «diocese também tem arquitectos que são a favor da demolição», que «a igreja não é
constituída por pessoas analfabetas» e ele está «com o povo a 100 por cento». Vamos
por partes: é sintomático que sejam os laicos a defender a memória da «religiosidade
popular» contra os clérigos. Já chegámos a este ponto. Quanto á «unanimidade da
população», é mentira. Por «unanimidade» entender-se-ia «todos os habitantes» da
povoação (que contará 400 fogos), sem faltar uma pessoa, sem um voto contra e sem
uma abstenção. Ora, houve várias reuniões em vários locais para debater o assunto mas
«só lá foram alguns», que não se opuseram embora «ficassem tristes com a ideia»,
dizem-nos localmente. Quer dizer, o pároco entende por «unanimidade» só os que ele
arrebanha (que sejam analfabetos ou letrados é irrelevante). Convoca os adeptos para
o apoiarem... e diz ao público que «está com o povo a 100 por cento». O chefe decide e
o rebanho aprova (com medo de represálias politico-religiosas, serem mal recebidos aos
balcões, perderem um subsídio...). Quem conhece estes chefes que os compre.
dos clerigos para demolir uma velha igreja. Vemos no Público de16/7 que a Ordem dos
Arquitectos defende a igreja antiga, «estimável obra de arquitectura, testemunho da
religiosidade do passado» mas, diz o jornalista, «este parecer contraria a vontade da
população que aprovou por unanimidade a demolição da igreja». O pároco defende que
a «diocese também tem arquitectos que são a favor da demolição», que «a igreja não é
constituída por pessoas analfabetas» e ele está «com o povo a 100 por cento». Vamos
por partes: é sintomático que sejam os laicos a defender a memória da «religiosidade
popular» contra os clérigos. Já chegámos a este ponto. Quanto á «unanimidade da
população», é mentira. Por «unanimidade» entender-se-ia «todos os habitantes» da
povoação (que contará 400 fogos), sem faltar uma pessoa, sem um voto contra e sem
uma abstenção. Ora, houve várias reuniões em vários locais para debater o assunto mas
«só lá foram alguns», que não se opuseram embora «ficassem tristes com a ideia»,
dizem-nos localmente. Quer dizer, o pároco entende por «unanimidade» só os que ele
arrebanha (que sejam analfabetos ou letrados é irrelevante). Convoca os adeptos para
o apoiarem... e diz ao público que «está com o povo a 100 por cento». O chefe decide e
o rebanho aprova (com medo de represálias politico-religiosas, serem mal recebidos aos
balcões, perderem um subsídio...). Quem conhece estes chefes que os compre.
É assim que a memória destes sítios rurais habitados, organizados, laborados e cultuados
desde há mais de 5 mil anos desaparece com o cliché popularucho da «modernidade».
Chãs significa «terras rasas, planas». É o que fazem estes autarcas: em vez de conservar
r e restaurar, arrasam. Contra o «tempo da miséria»? Ora, eles e os políticos que os
cooptaram, com o gastar perdulariamente os dinheiros públicos e privados, é que levaram
à miséria – doravante moderna - em que os portugueses vão entrando... mas empenhados
no bom «look» e na fachada de rico.
desde há mais de 5 mil anos desaparece com o cliché popularucho da «modernidade».
Chãs significa «terras rasas, planas». É o que fazem estes autarcas: em vez de conservar
r e restaurar, arrasam. Contra o «tempo da miséria»? Ora, eles e os políticos que os
cooptaram, com o gastar perdulariamente os dinheiros públicos e privados, é que levaram
à miséria – doravante moderna - em que os portugueses vão entrando... mas empenhados
no bom «look» e na fachada de rico.
Responder | Encaminhar | Convidar Fátima Mimi para o chat |
A sua mensagem foi enviada.
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| mostrar detalhes 00:58 (há 1 minuto) |
Muito agradecido por esta informação.
Houve um blogue que transcreveu esta excelente intervenção. Por mim vou voltar à carga.
A capela tem, agora, um AVISO à população a dizer que a capela está fechada ao culto dos fiéis
por motivos de segurança.
por motivos de segurança.
É esta a Igreja Católica? São estes os Católicos? Preferem um caixote que dá para fazer patuscadas
a ter um local emblemático, apelativo à concentração e à oração?!
a ter um local emblemático, apelativo à concentração e à oração?!
Grandes Católicos que me saíram, a começar pelo Padre!
António Nunes
domingo, 25 de julho de 2010
ALEXANDRE HERCULANO NO 1º CENTENÁRIO
Esta placa toponímica e evocativa do 1º Centenário do nascimento de Alexandre Herculano encontra-se depositada (Junho de 2010) no Castelo de Leiria, no chão, juntamente com outros trabalhos de alvenaria, antigos, logo a seguir ao Portão de entrada principal.
Uma simples e mera sugestão poderíamos ser tentados a formular: agora, que decorre o ano de 2010, em que se está a comemorar o bicentenário de Alexandre Herculano, porque não dar um uso mais adequado a esta placa?
Porque não recolocá-la no seu poiso original, no próprio "Largo Alexandre Herculano"? Claro que seria honroso para a própria cidade de Leiria, que, ao lado desta placa fosse colocada outra placa ou outro tipo de evocação à data do bicentenário do nascimento de tão ilustre personagem da história e das letras portuguesas!
Se bem atentarmos nos pormenores do que está escrito nesta placa, verificamos que se faz referência à data de 28 de Abril de 1910. Na verdade, Alexandre Herculano nasceu em 28 de Março de 1810. É evidente que se poderá dizer que aquela data se reporta à data em que a evocação foi proclamada em Leiria. De qualquer modo, fica a suspeita de que alguém se terá distraído quando deu por concluído o trabalho. De notar que esta placa esteve colocada no próprio Largo em referência. Durante quanto tempo não tenho elementos disponíveis para precisar.
No ensejo desta nota evocativa de Alexandre Herculano é oportuno referenciar-se que:
"- Na parede do átrio do Teatro D. Maria Pia foi colocada uma placa comemorativa do 1º Centenário de Alexandre Herculano, como consta da acta da reunião realizada em 6.5.1910." João Cabral - Anais do Município de Leiria, vol. II - 2ª Edição 1993, CMLeiria.
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
Leiria - Um recanto fabuloso... num momento único
Ao descer para o Largo da Sé, em Leiria. Estávamos em Junho de 2010. As árvores que se podem observar, em pleno vigor:
Padreiro - falso plátano
Jacarandá em flor
Tília tomentosa
Repare-se no chão atapetado com as pétalas da flor do Jacarandá, que entretanto, iam caindo...
domingo, 13 de junho de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
À VOLTA DE LEIRIA
À volta de Leiria, na variante de ligação Norte à A1.
Em baixo, numa manhã solarenga, depois de muitas semanas de chuva, vento, frio...Na estrada do Alqueidão à Boavista - Leiria.
nota: estas fotos pretendia-se que tivessem ficado no post do "dispersamente" desta data. Mas não ficaram por causa da falta de espaço de armazenamento naquele blogue.
domingo, 7 de março de 2010
Leiria - No centenário da Cruz Vermelha Portuguesa
Largo do Papa Paulo VI - integrado toponimicamente no "Largo 5 de Outubro de 1910"
A silhueta altaneira do Castelo de Leiria a espreitar os telhados do casario do Centro Histórico
A Torre Sineira da Sé de Leiria. Talvez a única que fica em local substancialmente separado da própria igreja.
A Sé Catedral de Leiria vista do alto dum prédio fronteiriço, do outro lado do Largo da Sé.
-
Estávamos em finais de Fevereiro de 2010
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Câmara reduz impostos!...
Leiria: Câmara reduz impostos e prevê diminuir receitas em 1,75 milhões de euros
Leiria, 03 Nov (Lusa) – A Câmara de Leiria aprovou hoje a redução da carga tributária aos munícipes, situação que determinará uma diminuição de receitas de 1,75 milhões de euros, revelou o presidente da autarquia, Raul Castro.
Na primeira reunião do executivo municipal após o acto eleitoral de 11 de Outubro, ganho pelo PS, Raul Castro justificou a medida com o facto de pretender “cumprir o que o foi proposto aos eleitores”, explicando que tem o objectivo de contrapor à redução de receitas “um melhor índice de eficiência na gestão da autarquia”.
A autarquia aprovou hoje a redução das taxas do imposto municipal sobre imóveis, assim como da taxa da derrama, diminuindo ainda em um por cento a participação no Imposto sobre Rendimento de Pessoas Singulares (IRS) dos contribuintes de Leiria, que foi fixada em quatro por cento.
Raul Castro explicou que no caso do IRS só terá efeitos nas contas da autarquia a partir de 2011, mas sublinhou a sua importância para os cidadãos.
“Queremos fazer sentir às pessoas que estamos solidários e preocupados com a crise”, acrescentou o presidente do município, que rejeitou a medida defendida pelos vereadores da oposição de canalizar a diferença na acção social.
Raul Castro, que prometeu no próximo ano baixar até aos dois por cento o valor de participação no IRS, adiantou que “poderá haver reforço na acção social” mesmo sem aquela verba.
Nesta primeira reunião, foram ainda anunciados os pelouros distribuídos aos cinco eleitos do PS, confirmando-se o que o presidente do município admitira na tomada de posse: a coligação com o vereador eleito pelo CDS-PP, António Martinho, para garantir a maioria absoluta no executivo camarário.
Adiada ficou a nomeação do conselho de administração da empresa municipal Leirisport, que tem a seu cargo a gestão do estádio e de outros equipamentos desportivos.
Raul Castro esclareceu que os futuros administradores da empresa, a nomear dentro de duas semanas, terão a responsabilidade de realizar um estudo para aferir as “condições em que a Leirisport pode ter uma gestão equilibrada e auto-sustentada”.
“Neste momento não há soluções”, disse, frisando que só depois daquela avaliação é que o futuro da empresa municipal será decidido.
O presidente da Câmara adiantou que sobre a Leirisport, assim como a Câmara Municipal e o Teatro José Lúcio da Silva, incidirá uma auditoria, cujo caderno de encargos está a ser ultimado, acreditando que no início do próximo ano estará concluída.
Esta reunião do novo executivo municipal decorreu na Biblioteca Municipal, dado terem sido detectados “problemas com os tectos do salão nobre” dos Paços do Concelho na sequência de uma “vistoria”, declarou Raul Castro.
“Será feito o projecto de recuperação e depois avançaremos com as respectivas obras”, acrescentou Raul Castro.
Leiria, 03 Nov (Lusa) – A Câmara de Leiria aprovou hoje a redução da carga tributária aos munícipes, situação que determinará uma diminuição de receitas de 1,75 milhões de euros, revelou o presidente da autarquia, Raul Castro.
Na primeira reunião do executivo municipal após o acto eleitoral de 11 de Outubro, ganho pelo PS, Raul Castro justificou a medida com o facto de pretender “cumprir o que o foi proposto aos eleitores”, explicando que tem o objectivo de contrapor à redução de receitas “um melhor índice de eficiência na gestão da autarquia”.
A autarquia aprovou hoje a redução das taxas do imposto municipal sobre imóveis, assim como da taxa da derrama, diminuindo ainda em um por cento a participação no Imposto sobre Rendimento de Pessoas Singulares (IRS) dos contribuintes de Leiria, que foi fixada em quatro por cento.
Raul Castro explicou que no caso do IRS só terá efeitos nas contas da autarquia a partir de 2011, mas sublinhou a sua importância para os cidadãos.
“Queremos fazer sentir às pessoas que estamos solidários e preocupados com a crise”, acrescentou o presidente do município, que rejeitou a medida defendida pelos vereadores da oposição de canalizar a diferença na acção social.
Raul Castro, que prometeu no próximo ano baixar até aos dois por cento o valor de participação no IRS, adiantou que “poderá haver reforço na acção social” mesmo sem aquela verba.
Nesta primeira reunião, foram ainda anunciados os pelouros distribuídos aos cinco eleitos do PS, confirmando-se o que o presidente do município admitira na tomada de posse: a coligação com o vereador eleito pelo CDS-PP, António Martinho, para garantir a maioria absoluta no executivo camarário.
Adiada ficou a nomeação do conselho de administração da empresa municipal Leirisport, que tem a seu cargo a gestão do estádio e de outros equipamentos desportivos.
Raul Castro esclareceu que os futuros administradores da empresa, a nomear dentro de duas semanas, terão a responsabilidade de realizar um estudo para aferir as “condições em que a Leirisport pode ter uma gestão equilibrada e auto-sustentada”.
“Neste momento não há soluções”, disse, frisando que só depois daquela avaliação é que o futuro da empresa municipal será decidido.
O presidente da Câmara adiantou que sobre a Leirisport, assim como a Câmara Municipal e o Teatro José Lúcio da Silva, incidirá uma auditoria, cujo caderno de encargos está a ser ultimado, acreditando que no início do próximo ano estará concluída.
Esta reunião do novo executivo municipal decorreu na Biblioteca Municipal, dado terem sido detectados “problemas com os tectos do salão nobre” dos Paços do Concelho na sequência de uma “vistoria”, declarou Raul Castro.
“Será feito o projecto de recuperação e depois avançaremos com as respectivas obras”, acrescentou Raul Castro.
SYR.
Lusa/Fim
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