quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Quinta da Fábrica (II)- Leiria



Estas fotos pretendem ser um complemento do post sobre a "Quinta da Fábrica" entrado, nesta data, no "dispersamente".A investigação sobre a história desta quinta continua. Agradecem-se informações. Para constar.

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segunda-feira, 19 de novembro de 2007

sábado, 17 de novembro de 2007

Desvarios...

Vale a pena dizer mais alguma coisa?!...
(mais)
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O finar do Dia de Todos os Santos

Vista crepuscular, desde o Parque da cidade de Leiria, margem direita do Lis, no dia 1 de Novembro de 2007.
Crónica relacionada no bloque dispersamente, post desta data.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Av. Adelino Duarte Amaro

As flores dos Jacarandás (não todos) teimosas, fora de tempo, a mostrarem-se aos automobilistas que por ali circulam e que mal têm tempo para as olhar. É que a avenida é comprida, larga, mas tem uns quantos semáforos a obrigarem-nos a circular a 50 à hora, no máximo.
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terça-feira, 30 de outubro de 2007

domingo, 28 de outubro de 2007

Por uma vida digna

No dia 8 de Maio de 2003, de manhã, num banco do Jardim Luís de Camões, em Leiria. Hoje, já o jardim foi requalificado - modificado para linhas ditas mais modernas - mas esta imagem ficou a marcar-me, o seu significado a martelar a minha consciência, a mortificar a minha vida. Claro que dada a minha idade, seis dezenas de anos, já passei por muitas situações como esta, infelizmente. Mas esta, captei-a na minha máquina fotográfica, e por cá foi ficando escondida no emaranhado de ficheiros desorganizados do meu computador.
Agora, que surgiu esta oportunidade de integrar um grupo de ataque à Miséria, em jeito de S.O.S., lembrei-me de a publicar. Claro que não fui acordar o ocupante deste banco de jardim, tão concentrado no seu sono que ele parecia. Sono de cansaço? De cansaço e de fome? De solidão, de cansaço e de fome?
Que o site SOS Miséria possa dar alguma utilidade a esta imagem e ao seu significado infinitamente insondável da Miséria humana!...
António Nunes - Out 2007
http://dispersamente.blogspot.com
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sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Eucaliptos ornamentais em Leiria

Em complemento do post em dispersamente, passo a apresentar-vos os dois eucaliptos ornamentais e raros, que estão plantados nos jardins da Escola secundária Domingos Sequeira, em Leiria:Eucalyptus ficifolia , Eucalipto-da-flor-vermelha
Eucalyptus canaldulensis
VOLTAR ao DISPERSAMENTE
em tempo:
Estas árvores foram abatidas selvaticamente. No seu lugar estão novas construções. Não houve sequer a preocupação de as transplantar.  Set 2013

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sexta-feira, 29 de junho de 2007

Santo António do Carrascal

No endereço (aqui) publiquei um artigo/ensaio sob o título "Santo António - de Lisboa e de Leiria". Entretanto, recebi um e-mail, a seguir reproduzido (sob autorização do remetente)
"Comprei esta tábua pintada na Nazaré, nos anos 70, numa loja de artesanato de classe e lá me informaram que as várias pinturas do género eram feitas por um senhor reformado. Portanto isto não é um ex-voto, nem nenhuma antiguidade. Comprei por curiosidade. O resto das pinturas era castelos da nossa zona e o milagre da Nazaré.
Depois me informaram que, na viagem de Lisboa para Coimbra, o santo já cansado de levar o menino ao colo o fizera andar pelo seu pé. A legenda desta tábua é curiosa, porque não sabemos se o santo está cansado de Leiria, se quando passou por Leiria já estava cansado de levar o menino ao colo!!!
".
O amigo Augusto Mota recomendou-me que falasse com o Dr. Moreira de Figueiredo, que seria a pessoa mais indicada para me dar pormenores mais precisos sobre esta lenda. Até à data ainda não tive essa possibilidade, até por imposições da gestão do meu tempo disponível.
Espero poder fazê-lo o mais brevemente possível. Para não deixar escapar este ensejo de divulgar/partilhar esta informação aqui fica a nota pública.

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Freixos em Leiria




Pela minha observação, esta árvore será um freixo. A ela me refiro no post anterior. Vou pedir ajuda aos autores do blogue "dias-com-arvores".
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Freixo



As duas fotos, de cima para baixo, representam uma árvore que identifico como freixo. Encontram-se no outro lado desta rua, a indicada na terceira foto.
Ao fundo desta rua, no princípio da Escadaria do Liceu, encontra-se uma outra árvore, penso que também será um freixo. Consta da foto do post a seguir. Contaram-me, há dias, que, recentemente, os serviços da Câmara tentaram derrubá-la não tendo conseguido os seus intentos porque os moradores se aperceberam e insurgiram-se contra tal intento. Pelos vistos, a Câmara não estava com meias medidas. Alguém se teria queixado que havia infiltrações de água numa cave ali perto. Motivo mais que justificativo para se derrubar uma árvore que já é uma presença amiga, companheira das pessoas que ali habitam e cuja sombra deve ser um lenitivo para s tardes quentes de Verão.
Parece impossível que ainda se actue com esta ligeireza. Será que esta decisão foi tomada por quem de direito? Depois de estudarem o eventual problema previamente? E foram ponderados os prós e os contras? E as pessoas interessadas foram ouvidas previamente?
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quinta-feira, 19 de abril de 2007

Espelho de água

De cima da ponte/passadiço sobre o Rio Lis, por entre a engrenagem da represa automática, cujo funcionamento visa a manutenção de um caudal de água necessário e suficente para a criação dum "espelho de água". O sistema de comportas, actua automaticamente, creio que através de sensores de nível, permitindo, dessa forma, abrir ou fechar a passagem de água do rio para jusante.
Pretende-se atrair as pessoas àquela zona. E no Verão, quando a água for escassa como o tem sido nos últimos anos?!...
Será que estas novas tecnologias conseguirão fazer o milagre de gerir a água do Lis quando ela se resumir a um fiozinho rio abaixo?!...

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quarta-feira, 18 de abril de 2007

Distracções inaceitáveis


No Jardim Luís de Camões, Leiria. Veja-se o tronco deste Ulmeiro glabra, um espécimen raro e devidamente classificado no "Atlas das árvores de Leiria". Os arames que nele estão já incrustados acabarão por ditar a sua morte prematura, por certo! Que diabo, não haverá ninguém na Câmara Municipal de Leiria que preste um bocadinho de atenção que seja a situações como esta?
Tantos funcionários (superiormente orientados decerto) à volta do Jardim e permite-se que uma árvore daquelas seja assim tão cobarde e negligentemente tratada? Há quanto tempo!...

Passei pelo jardim para fotografar o Ulmeiro já em plena floração!...como se pode ver clicando em cima da foto para ampliar. Posted by Picasa

quarta-feira, 11 de abril de 2007

terça-feira, 3 de abril de 2007

Ulmeiro no Jardim Luís de Camões

Hoje à tarde, dia sol/sombra, a ameaçar chuva, temperatura amena. Pelas indicações colhidas no www.arborium.net onde se pode consultar o "Atlas das Árvores de Leiria" este Ulmeiro já devia estar em plena floração. Aliás, pelo que poude observar no http://dias-com-arvores.blogspot.com os Ulmeiros do Porto estão lindos, em flor verde alface.
Durante muitos anos este Ulmeiro estava muito escondido e disfarçado num recanto desprezado do Jardim. Quantas vezes não me interroguei sobre que árvore seria esta? É que os Ulmeiros vulgares parecem crescer com mais celeridade.
Tenho que confessar que, só muito recentemente, me comecei a interessar pelo nome científico e características próprias de cada árvore e até plantas mais pequenas e flores, apesar de sempre gostar da Natureza. Haverá alguém que possa dizer que não aprecia a Natureza?
Então por quê tanta brutalidade para com as árvores e as plantas em geral?...
Parafraseando o dito "Atlas das Árvores de Leiria":
-
Nome Vulgar:
Ulmeiro
Família:
ULMACEAE
Género:
Ulmus
Nome científico:
Ulmus glabra
Folhas:
Suborbiculares
com o contorno de um círculo ou quase.
ou ovadas, com a base de um lado maior do que a do outro; página superior verde-escura e a inferior tomentosa,
diz-se do revestimento com pêlos moles, normalmente lanosos, mas não muito compactos.
sobretudo nas nervuras. (Fotos 3 e 4)
Flores:
As suas anteras são vermelho-púrpura.
Frutos:
Seco, com uma semente no centro e uma asa
expansão laminar, foliácea ou membranosa.
membranosa prolongada. (Foto 7)
Altura:
Até 40 m.
Tipo de Solo:
Textura desagregada, húmido, rico em húmus.
Origem:
Europa e Ásia
Floração:
Fevereiro a Março
Utilidades:
Ornamental
Observações:
Resistente à poluição urbana.

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Largo da Sé - 1974

Ora digam-me lá se havia necessidade de abater aquelas árvores (em 2000) para serem substituídas por jacarandás! Este abate foi feito antes das 9 da manhã. Tiveram azar que havia um tipo, que até tem a mania das fotografias e espírito de repórter, que tirou uma data de fotos, que as vai aqui colocar para constar dos anais do Município de Leiria. Até foi ameaçado por um chefe que lá andava a orientar os trabalhos, por estar a tirar fotografias. Ninguém perguntou nada aos munícipes, se achavam bem que se abatesssem estas árvores ou não. É que - desgraçadamente - até havia quem achava que sim senhor, abaixo aquelas árvores . E sabem porquê? Estas árvores deixavam caír alguma resina, que estragava a pintura dos carros, diziam. O irónico da situação. A ideia era depois acabar com o estacionamento naquela área, o que já acontece há já 4 anos, mais ou menos. Chico espertos, não são?
Estas árvores eram o poiso, zona de recria e recolhimento de variadíssimas espécies de aves de pequeno porte, de todas as espécies e a sinfonia dos seus cantares era uma benção de Deus para os nossos ouvidos. Hoje, neste Largo da Sé, temos um chão pavimentado em pedra portuguesa e pinos, muitos pinos. E muitos choques e derrapagens de automóveis, que ainda lá circulam, a fazer gincana por entre esses pinos. Podem observar esse chão (aqui), pode-se ver que está bonito, mas aquele Largo ficou muito árido, sem vida, triste. E sabem que mais? Ao passearmos por essa zona, arriscamo-nos a levar com um pombo, gordo, anafado, brutamontes de tão grandes que estão, voos rasantes, sujidade por todo o lado, incomodativos, sempre à espreita de uma senhora, que até parece que não tem outro objectivo na vida, para lhes levar a ração diária de água e milho. A degradação dos prédios daquela zona é flagrante e notória, mas os pombos ainda a realçam mais.
Uma desgraça nunca vem só!

Insensatos que os homens são!

- De seguida vou deixar-vos um link para poderem observar uma sequência fotográfica desse fatídico dia 28/11/2000, o dia do abate destas árvores.

E também aqui (Neste endereço tenho sentido muita receptividade e feedback dos meus amigos da tertúlia bloguística que estamos a construir...).

Os Leirienses que me desculpem, mas não os vejo activos na defesa da sua própria terra. Falam, falam, muitas vezes pela calada, parece que têm medo não sei bem de quê, e não fazem nada que se veja pela defesa desta cidade.

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sábado, 24 de março de 2007

Zona da Ponte dos Caniços


Se se fizer um zoom da foto pode-se ver, por entre os salgueiros e choupos, a célebre 1ª Fábrica de Papel de Portugal, que está, neste momento a sofrer obras de restauro, no âmbito do Programa Polis de requalificação da zona envolvente ao Rio Lis.
Este apontamento também se constitui num complemento ao
post do blogue "DISPERSAMENTE...".
Espero que os meus leitores me possam desculpar o atraso nesta edição.
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quinta-feira, 22 de março de 2007

terça-feira, 20 de março de 2007

Árvores do Largo 5 de Outubro

No post (aqui) foi apresentada a árvore que foi plantada no "Largo 5 de Outubro de 1910" (assim mesmo) em Leiria, na zona entre o Jardim Luís de Camões e o antigo Banco de Portugal. Voltei a fotografá-la hoje no enquadramento do Jardim (acima) e em pormenor dos seus rebentos de Primavera (abaixo). É a "melia azedarach".


Aquando da plantação destas árvores nesta zona da cidade as pessoas interrogavam-se sobre que árvores seriam estas.
Afinal, observando melhor, já existem destas árvores em Leiria, seguramente há mais de 100 anos. Repare-se na árvore imediatamente precedente a este texto. E há, pelo menos mais duas no mesmo local, mesmo na margem esquerda do Rio Lis, na Alameda entre o edifício do Turismo e a ponte do Bairro dos Anjos.
Vou indagar do nome vernacular desta árvore...
-
http://dentrodetioleiria.blogspot.com/search/label/melia%20azedarach

domingo, 11 de março de 2007

Jardim Luís de Camões - Memórias recentes


Memória das tílias que caíram no Outono passado. Por causa duma tempestade? Por negligência? Não quero acreditar que tenha sido propositadamente!
Em complemento do post
http://dispersamente.blogspot.com/2007/03/de-volta.html

sexta-feira, 9 de março de 2007

Desertificação em Leiria?





Ambientalistas discutem desertificação em Leiria

O conceito de desertificação e as estratégias de combate a um problema mundial foram dois dos temas abordados ontem, em Leiria, por especialistas no âmbito das XIII Jornadas sobre Ambiente e Desenvolvimento, organizadas pela associação ambientalista Oikos.
A sessão de abertura contou com a presença da presidente da câmara de Leiria, Isabel Damasceno, que, apesar de salientar que o concelho de Leiria está fora do mapa da desertificação, mostrou-se preocupada com a restante região, que tem vindo a registar uma aproximação das populações ao litoral, provocando um "desequilíbrio" na balança demográfica. Nesse sentido, considerou importante a realização de umas jornadas subordinadas à problemática que, apesar de não estarem directamente relacionadas com o concelho de Leiria, são um contributo para que, avançou, possam nascer ideias e sugestões a implementar ao longo dos anos, com vista ao combate à desertificação.Na sua intervenção, a autarca destacou ainda o trabalho da Oikos em Leiria, não só pela sua "intervenção cívica" como pelo seu "espírito de alerta e crítica construtiva", considerando as jornadas uma "tradição saudável", que apresenta "temáticas originais e criativas", importantes para a região.A opinião da autarca sobre a importância do debate sobre a desertificação foi partilhada pelo governador civil de Leiria, José Miguel Medeiros, que alertou ainda para o facto de este ser um problema de todos, sendo um "erro pensar que só atinge os outros". Trata-se de "um problema de sobrevivência", em grande parte, "por culpa da forma como se relacionou o ambiente e o espaço em que se vive", referiu José Miguel Medeiros, lembrando os antepassados na região, que pela "sensibilidade que tinham para esta problemática" construíram o Pinhal de Leiria.
Para hoje, último dia das Jornadas, estão previstos debates em torno da 'Dimensão humana da desertificação', no âmbito dos quais serão abordados temas como 'A percepção do público sobre o processo de desertificação', 'Marginalização e abandono do espaço rural - Que contribuição para a desertificação', e 'Desertificação nas áreas protegidas', esta última intervenção terá como orador José Alho, director do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. Depois do almoço, os trabalhos serão retomados com o painel 'Desertificação e modelos de desenvolvimento', fazendo parte da temática 'A desertificação na estratégia nacional de desenvolvimento sustentável', 'Os desafios do desenvolvimento no mundo rural', 'Contributo das associações locais no combate à desertificação', e 'A contribuição da abordagem LEADER no combate à desertificação'.
No final do debate serão lidas as conclusões das jornadas.

H. Amaro

(In “Diário de Leiria” , 9 de Março de 2007)

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Um Viseense tão Leiriense como os que o são... O que me vai ocorrendo...