sábado, 3 de março de 2007

Acácia-de-folhas-longas

sábado, 24 de fevereiro de 2007

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Igreja de Marrazes

"No ano de 1828 começou a ser construída a igreja de Marrazes aproveitando-se os materiais da antiga do Arrabalde e com apoios do Rei, cedendo madeiras do pinhal do Rei e também do Bispo D. João, em dinheiro."
Assim se pode ler a pág. 50 do livro, "A freguesia de Santiago dos Marrazes - Apontamentos, notas e documentos para a sua história" de Joaquim de Oliveira da Silva Bernardes, Ed. da Junta de freguesia de Marrazes - 1997.
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Esta foto, de 19 de Fevereiro de 2007, mostra-nos as traseiras da igreja, recortadas no céu duma manhã de aguaceiros pouco frequentes, mas que transmitiam um mau cariz ao dia, véspera de Carnaval.

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Ponte do Arrabalde

Um aspecto das obras de alargamento da ponte do Arrabalde, em Leiria. Esta ponte tem grandes tradições na história de Leiria e das suas ligações para o lugar e restantes da freguesia de Marrazes, para além de ser, de longa data, a passagem de saída na direcção da estação dos caminhos de ferro e para a Estrada da Figueira da Foz.
Leiria continua em grande reboliço de obras por todo o lado...
Esperemos que esta revolução urbanística, que está em curso, se venha a saldar em benefícios para os Leirienses e visitantes!
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Exposição do SALANGA


Notas explicativas:
a) O cartaz está colocado numa montra da cidade de Leiria, no Largo das Forças Armadas (Edifício da Zara);
b) Salanga é um artista plástico de Leiria (oriundo de Angola) e sócio fundador da Associação Internacional dos Artistas de Leiria;
c) O reflexo do lado esquerdo representa um aspecto da Sé Catedral de Leiria;
d) Na parte direita do foto vê-se a Torre Sineira da Sé.
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Poesia

Convite e Homenagem
Apresentação do livro de José Ribeiro de Sousa - "Obra poética de José Ribeiro de Sousa - Trilogia de Sonetos", autor do Cancioneiro da Alta Estremadura
Teatro Miguel Franco (Mercado Santana) - Leiria
17 de Fevereiro de 2007 16 horas

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Haveria necessidade?

Cortaram esta árvore no Jardim Luís de Camões! E o pior é que não se passa cavaco aos Lerienses! Afinal estes têm o que merecem. Onde é que está o seu bairrismo, o amor pelas coisas de Leiria?...
Pelos vistos a moda pegou. As árvores em Leiria quando se tornam incómodas, ABATEM-SE!
Problema resolvido! Ninguém se parece incomodar! É uma pena!...

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Pode-se também consultar o "dispersamente".


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Brasão da Freguesia de Leiria - Águia bicéfala


Brasão da freguesia de Leiria

Justificação da Simbologia (2) - ver (1)

Águia bicéfala a negro
Em heráldica, a águia bicéfala tem vários significados concretos.
Generalizando-se, pode-se dizer que este símbolo heráldico representa a ligação entre o poder temporal e o espiritual. Este símbolo, enquanto produção pictórica e escultórica, acabou por se associar à ideia de que a Virgem Maria, enquanto “Mãe Santíssima” poderia ser representada por uma águia de duas cabeças; a Virgem como humano tornado divino ao mesmo tempo que deu carne à divindade representada pelo seu filho, Cristo-Deus feito homem.
Também foi usado este símbolo em alusão a Sto. Agostinho, sendo que neste caso se associaria a águia bicéfala ao significado de “voo da eloquência”. Simplificando todas as especulações acerca do significado do uso da águia bicéfala, poder-se-á admitir que a arte de preservar a informação necessária à aquisição do saber falar e escrever, a tipografia, venha a ser representada por este símbolo heráldico.
No caso concreto de Leiria, poderíamos especular um pouco mais, imaginando o voo da águia a bifurcar-se entre a colina do Santuário da Sra. Da Encarnação (padroeira da cidade) e a do Castelo de Leiria (símbolo do poder temporal dos homens e da formação do burgo). Sem esquecer que, de permeio, a águia poderia beber a eloquência de Sto. Agostinho, representado no Convento e Igreja da Ordem Cristã a que deu origem, os Agostinianos.
No caso concreto do brasão da freguesia de Leiria, a Águia negra bicéfala, detendo numa das garras um componedor (instrumento tipográfico para a composição dos textos a imprimir) e na outra uma almofada de carimbo, representa as Artes Gráficas.
Há que ter presente que em Leiria se terá instalado a primeira tipografia de tipos metálicos. No entanto, há quem seja de opinião que a primeira tipografia instalada em Portugal foi em Faro. Talvez que estejamos a tratar de momentos distintos: a primeira tipografia de Portugal funcionou na cidade de Faro; a primeira tipografia em Portugal a trabalhar com tipos metálicos esteve em actividade em Leiria.
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· Leia-se a este respeito o post http://dispersamente.blogspot.com/2007/01/os-tempos-hericoromnticos-da-tipografia.html
. Agradeço à Junta de freguesia de Leiria o facto de me ter enviado por fax (1/2/2007) um documento em 3 folhas A4 com a transcrição do texto do heraldista (não identificado) que colaborou na organização do processo para envio à Comissão de Heráldica, para efeitos de aprovação do brasão, nos termos da Lei 53/91, de 7 de Agosto.
. Note-se, no entanto, que o texto acima apresentado reflecte a minha interpretação pessoal, ainda que baseada naquele documento, nos aspectos técnicos e legais.
(continua)

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Observação

Sou um simples amador (no sentido de que aprecio a natureza) da classificação das árvores de Leiria. A este respeito tenho feito as minhas anotações neste blogue, que me tenho esforçado por que sejam as mais precisas possível.

Estou a socorrer-me de informações verbais, eventualmente por escrito, provindas dos serviços camarários e, ao mesmo tempo, quer do "Atlas das árvores de Leiria" ed. de 1992 quer de outras fontes, como blogues, livros e outros links na base de dados "Google".

Quero deixar aqui a ressalva de eventuais imprecisões na classificação científica e até no próprio nome popular das árvores e plantas de Leiria, as quais vou deixando neste meu "dentro de ti ó leiria", a título de, numa primeira fase (a presente), ensaio e estudo para conhecimento próprio.

De qualquer modo espero bem que essas informações que aqui vão ficando registadas possam ser de utilidade para quem consultar este sítio na Net. A esses possíveis leitores agradeço, desde já, toda a colaboração que me puderem prestar.

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Conto, para já, com a colaboração da Câmara Municipal de Leiria, o http://dias-com-arvores.blogspot.com, alguns livros e enciclopédias de uso pessoal e a sempre à mão base de dados da Google.

Comprei hoje o livro "à sombra de árvores com história", 2ª edição revista e ampliada, dos autores do blogue já atrás referido. A propósito deste livro escreveu José Pacheco Pereira (Abrupto, Dezembro de 2004) o seguinte: «Um livro de amadores, no grande sentido da palavra, para vermos as árvores e o PortoEd. Gradiva - 2007

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