segunda-feira, 21 de maio de 2007

Freixos em Leiria




Pela minha observação, esta árvore será um freixo. A ela me refiro no post anterior. Vou pedir ajuda aos autores do blogue "dias-com-arvores".
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Freixo



As duas fotos, de cima para baixo, representam uma árvore que identifico como freixo. Encontram-se no outro lado desta rua, a indicada na terceira foto.
Ao fundo desta rua, no princípio da Escadaria do Liceu, encontra-se uma outra árvore, penso que também será um freixo. Consta da foto do post a seguir. Contaram-me, há dias, que, recentemente, os serviços da Câmara tentaram derrubá-la não tendo conseguido os seus intentos porque os moradores se aperceberam e insurgiram-se contra tal intento. Pelos vistos, a Câmara não estava com meias medidas. Alguém se teria queixado que havia infiltrações de água numa cave ali perto. Motivo mais que justificativo para se derrubar uma árvore que já é uma presença amiga, companheira das pessoas que ali habitam e cuja sombra deve ser um lenitivo para s tardes quentes de Verão.
Parece impossível que ainda se actue com esta ligeireza. Será que esta decisão foi tomada por quem de direito? Depois de estudarem o eventual problema previamente? E foram ponderados os prós e os contras? E as pessoas interessadas foram ouvidas previamente?
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quinta-feira, 19 de abril de 2007

Espelho de água

De cima da ponte/passadiço sobre o Rio Lis, por entre a engrenagem da represa automática, cujo funcionamento visa a manutenção de um caudal de água necessário e suficente para a criação dum "espelho de água". O sistema de comportas, actua automaticamente, creio que através de sensores de nível, permitindo, dessa forma, abrir ou fechar a passagem de água do rio para jusante.
Pretende-se atrair as pessoas àquela zona. E no Verão, quando a água for escassa como o tem sido nos últimos anos?!...
Será que estas novas tecnologias conseguirão fazer o milagre de gerir a água do Lis quando ela se resumir a um fiozinho rio abaixo?!...

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quarta-feira, 18 de abril de 2007

Distracções inaceitáveis


No Jardim Luís de Camões, Leiria. Veja-se o tronco deste Ulmeiro glabra, um espécimen raro e devidamente classificado no "Atlas das árvores de Leiria". Os arames que nele estão já incrustados acabarão por ditar a sua morte prematura, por certo! Que diabo, não haverá ninguém na Câmara Municipal de Leiria que preste um bocadinho de atenção que seja a situações como esta?
Tantos funcionários (superiormente orientados decerto) à volta do Jardim e permite-se que uma árvore daquelas seja assim tão cobarde e negligentemente tratada? Há quanto tempo!...

Passei pelo jardim para fotografar o Ulmeiro já em plena floração!...como se pode ver clicando em cima da foto para ampliar. Posted by Picasa

quarta-feira, 11 de abril de 2007

ULMEIRO pumila em Leiria

pode-se obter informação sobre o Ulmeiro pumila no endereço:
http://dispersamente.blogspot.com/2007/04/rvores-de-leiria-ulmeiro-2.html

terça-feira, 3 de abril de 2007

Ulmeiro no Jardim Luís de Camões

Hoje à tarde, dia sol/sombra, a ameaçar chuva, temperatura amena. Pelas indicações colhidas no www.arborium.net onde se pode consultar o "Atlas das Árvores de Leiria" este Ulmeiro já devia estar em plena floração. Aliás, pelo que poude observar no http://dias-com-arvores.blogspot.com os Ulmeiros do Porto estão lindos, em flor verde alface.
Durante muitos anos este Ulmeiro estava muito escondido e disfarçado num recanto desprezado do Jardim. Quantas vezes não me interroguei sobre que árvore seria esta? É que os Ulmeiros vulgares parecem crescer com mais celeridade.
Tenho que confessar que, só muito recentemente, me comecei a interessar pelo nome científico e características próprias de cada árvore e até plantas mais pequenas e flores, apesar de sempre gostar da Natureza. Haverá alguém que possa dizer que não aprecia a Natureza?
Então por quê tanta brutalidade para com as árvores e as plantas em geral?...
Parafraseando o dito "Atlas das Árvores de Leiria":
-
Nome Vulgar:
Ulmeiro
Família:
ULMACEAE
Género:
Ulmus
Nome científico:
Ulmus glabra
Folhas:
Suborbiculares
com o contorno de um círculo ou quase.
ou ovadas, com a base de um lado maior do que a do outro; página superior verde-escura e a inferior tomentosa,
diz-se do revestimento com pêlos moles, normalmente lanosos, mas não muito compactos.
sobretudo nas nervuras. (Fotos 3 e 4)
Flores:
As suas anteras são vermelho-púrpura.
Frutos:
Seco, com uma semente no centro e uma asa
expansão laminar, foliácea ou membranosa.
membranosa prolongada. (Foto 7)
Altura:
Até 40 m.
Tipo de Solo:
Textura desagregada, húmido, rico em húmus.
Origem:
Europa e Ásia
Floração:
Fevereiro a Março
Utilidades:
Ornamental
Observações:
Resistente à poluição urbana.

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Largo da Sé - 1974

Ora digam-me lá se havia necessidade de abater aquelas árvores (em 2000) para serem substituídas por jacarandás! Este abate foi feito antes das 9 da manhã. Tiveram azar que havia um tipo, que até tem a mania das fotografias e espírito de repórter, que tirou uma data de fotos, que as vai aqui colocar para constar dos anais do Município de Leiria. Até foi ameaçado por um chefe que lá andava a orientar os trabalhos, por estar a tirar fotografias. Ninguém perguntou nada aos munícipes, se achavam bem que se abatesssem estas árvores ou não. É que - desgraçadamente - até havia quem achava que sim senhor, abaixo aquelas árvores . E sabem porquê? Estas árvores deixavam caír alguma resina, que estragava a pintura dos carros, diziam. O irónico da situação. A ideia era depois acabar com o estacionamento naquela área, o que já acontece há já 4 anos, mais ou menos. Chico espertos, não são?
Estas árvores eram o poiso, zona de recria e recolhimento de variadíssimas espécies de aves de pequeno porte, de todas as espécies e a sinfonia dos seus cantares era uma benção de Deus para os nossos ouvidos. Hoje, neste Largo da Sé, temos um chão pavimentado em pedra portuguesa e pinos, muitos pinos. E muitos choques e derrapagens de automóveis, que ainda lá circulam, a fazer gincana por entre esses pinos. Podem observar esse chão (aqui), pode-se ver que está bonito, mas aquele Largo ficou muito árido, sem vida, triste. E sabem que mais? Ao passearmos por essa zona, arriscamo-nos a levar com um pombo, gordo, anafado, brutamontes de tão grandes que estão, voos rasantes, sujidade por todo o lado, incomodativos, sempre à espreita de uma senhora, que até parece que não tem outro objectivo na vida, para lhes levar a ração diária de água e milho. A degradação dos prédios daquela zona é flagrante e notória, mas os pombos ainda a realçam mais.
Uma desgraça nunca vem só!

Insensatos que os homens são!

- De seguida vou deixar-vos um link para poderem observar uma sequência fotográfica desse fatídico dia 28/11/2000, o dia do abate destas árvores.

E também aqui (Neste endereço tenho sentido muita receptividade e feedback dos meus amigos da tertúlia bloguística que estamos a construir...).

Os Leirienses que me desculpem, mas não os vejo activos na defesa da sua própria terra. Falam, falam, muitas vezes pela calada, parece que têm medo não sei bem de quê, e não fazem nada que se veja pela defesa desta cidade.

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sábado, 24 de março de 2007

Zona da Ponte dos Caniços


Se se fizer um zoom da foto pode-se ver, por entre os salgueiros e choupos, a célebre 1ª Fábrica de Papel de Portugal, que está, neste momento a sofrer obras de restauro, no âmbito do Programa Polis de requalificação da zona envolvente ao Rio Lis.
Este apontamento também se constitui num complemento ao
post do blogue "DISPERSAMENTE...".
Espero que os meus leitores me possam desculpar o atraso nesta edição.
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quinta-feira, 22 de março de 2007

Dia mundial da Água - requalificação Polis da Ponte dos Caniços - Leiria

(Em edição...Peço desculpa pelo incómodo)
-
Consultar entretanto...DISPERSAMENTE...

terça-feira, 20 de março de 2007

Árvores do Largo 5 de Outubro

No post (aqui) foi apresentada a árvore que foi plantada no "Largo 5 de Outubro de 1910" (assim mesmo) em Leiria, na zona entre o Jardim Luís de Camões e o antigo Banco de Portugal. Voltei a fotografá-la hoje no enquadramento do Jardim (acima) e em pormenor dos seus rebentos de Primavera (abaixo). É a "melia azedarach".


Aquando da plantação destas árvores nesta zona da cidade as pessoas interrogavam-se sobre que árvores seriam estas.
Afinal, observando melhor, já existem destas árvores em Leiria, seguramente há mais de 100 anos. Repare-se na árvore imediatamente precedente a este texto. E há, pelo menos mais duas no mesmo local, mesmo na margem esquerda do Rio Lis, na Alameda entre o edifício do Turismo e a ponte do Bairro dos Anjos.
Vou indagar do nome vernacular desta árvore...
-
http://dentrodetioleiria.blogspot.com/search/label/melia%20azedarach

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